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Chag Sucot - Festa das Cabanas




A Torah nos ordena a celebrar Chag Sucot nos sete dias de celebração, no primeiro e no oitavo dia são os Yomim Tovim de Sucot, ou seja, feriado judaico, dia de celebrações ao Eterno e por conta disso, os Benei Israel devem se reservar nesta data ao Eterno como em shabat, se voltando para a tefilá (oração), estudo de Torah e Avoda HaShem. No entanto os dias intermediários, denominados chol amoed, é permitido o trabalho, contudo são dias especiais que não perdem suas características pois a Toráh no ordena “celebrar a festa por sete dias” para oferecer ao Eterno: 

1- Oferta queimada, 2- Holocausto, 3- Oferta de alimentos, 4- Sacrifícios, 5- Libações, “cada qual em seu dia”. Além dos: 1- Shabaton, 2- Dons, 3- Votos, 4- Ofertas voluntárias.

Assim Chag Sucot é uma festa de oferecimento ao Eterno, é uma festa de muitas alegrias, pois compartilha os dons e bens com todo Am Israel, celebrando nossa história e o cuidado de HaShem com todo Benei Israel. Existem diversos propósitos para Chag Sucot, um deles implica em construir tendas e habitar nelas, seja fazendo tefilot(orações) e refeições, ou até mesmo dormindo nelas, como alguns o fazem, durante os dias determinados como está escrito:

Todos os naturais em Israel habitarão em tendas, para que vossas gerações saibam que Eu fiz Israel habitar em tendas quando os tirei da terra de Mitsraim. (Lv 23:43,44)

1-    Todo natural em Israel: (col haezrach beisrael) – Aqui está falando dos descendentes de Avraham Avinu, no entanto dá abertura ao estrangeiro que peregrina com os Benei Israel, e também filhos da promessa (cf. Gn 12:1-3) ou seja, no período,  os que adotaram o D-us de Israel como Senhor absoluto e viviam no meio dos Benei Israel de acordo com suas Leis, tradições, costumes e cultura. 


Hoje com a plenitude da Aliança por meio de Yeshua HaMashiach as famílias dos povos tem acesso à Aliança por meio da graça de D’us no Mashiach e na sua obra, não precisando de cumprir o pacto através do Brit Milá (circuncisão) mas Yeshua é suficiente e nada pode se agregar a Ele para a salvação. No entanto, os que foram transformados em filhos de D’us, devem confirmar sua fé com kedushá(santidade), e ações prescritas nas Escrituras, indicando que houve verdadeiramente teshuvá, arrependimento e perdão. Rav Yacov escreveu em sua epístola: Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. Tiago 2:17. Desta forma os filhos das nações que se achegam ao pacto do Eterno com Seu povo Israel, bem como aqueles descendentes de Avraham chamados Anussim, cujos pais se misturaram com os povos e nações, são também chamados por Ele e desta forma eleitos para compartilhar com o destino de Israel. 


a-    Lv 16:29 Yom Kipur: (...) afligireis as almas, nenhuma obra fareis nem o natural nem o estrangeiro (...). 

b-    Ex 12:48,49 – Pessach: (...) depois de circuncidar-se será como o natural da terra (herança do céu), (...) a mesma lei será para o natural e estrangeiro que peregrina (...).

c-    Ez 47:21-23 – Futura divisão das terras em Erets: (...) e os estrangeiros que gerarem filhos no meio de vós serão como naturais, receberão herança da terra. 

d-    Rm 11:24,25 – enxertados contra a natureza na boa oliveira, quanto mais estes que são naturais serão enxertados na sua própria oliveira. (...) na plenitude dos gentios todo Israel será salvo (natureza espiritual – promessas). Os enxertados são como filhos da promessa, “não se ensoberbeça mas teme”. Em sucot, “estrangeiros naturais” são convidados.


2-    Habitarão em tendas (yeshbu basucot) - Tendas temporárias durante os sete dias das regalim. 

a-    Uma das três grandes festas de peregrinação ao Templo no período das colheitas – levar ofertas de gratidão, dízimos, se alegrar com a nação.

b-    Existe a necessidade de leis para construção das sucot e leis da celebração, estas estão prescritas no Talmud, a lei oral passada de Moshê para as gerações. Yeshua cumpre Sucot, conforme lemos em  Yohanan 7. As tradições boas Yeshua aprova: no sétimo dia, Hoshaná Rabá, tiravam água do tanque de Siloé ao som de trombetas, e no altar era derramada juntamente com vinho (sigma da alegria) Yeshua declara: “Quem tem sede venha e beba, quem crê em mim, rios de água viva sairão de seu interior."

c-    Os naturais farão parte desta experiência que prefigura a presença de HaShem cobrindo como a nuvem os Benei Israel.

d-    Mostra também como Am Israel, os verdadeiros eved HaShem são distintos das demais nações e povos. Enquanto os povos procuram abrigo no material, no poder e riquezas, os Eved HaShem buscam proteção Divina no cumprimento das mitsvot, mesmo em sucot, tipo que assume aparência frágil, rudimentar e humilde.


3-    Para que as vossas gerações saibam (...)

a-    As festas também assumem motivos didáticos com o fim de passar a história para as gerações futuras garantindo assim a perpetualidade da Aliança e da revelação Divina. Guardar a Palavra de HaShem, Sua Torah.

b-    A principal missão de cada yehudi eved HaShem é dar continuidade e multiplicar a revelação Divina que recebeu, em especial com sua família e seus filhos. Deve então fazer a sua parte com esmero. (cf. Shemá Dt 6) No entanto, cabe a cada indivíduo assumir seu livre arbítrio.  

4-    Eu fiz Israel habitar em tendas quando Os tirei da terra de Mitsraim.

a-    Dt 8:1-3 - Para lembrar e saber o que está no coração de cada um. 

b-    Dt 8:3,5,6,16 – Para que os Benei Israel aprendam a confiar em HaShem. (...) e te humilhou para o teu bem.

c-    Dt 8:4,7-10 – Para lembrar ha ahavá HaShem e seu cuidado conosco através da expressão sobrenatural de Seu glorioso poder e o cumprimento de Suas promessas.

Assim, Chag Sucot é uma festa de oferecimento ao Eterno e oportunidade de contribuir com ofertas para o Templo, pois também era um período de colheitas. 

Chag Sucot também é uma festa de muitas alegrias e regozijo, pois agrupa toda a comunidade em um evento que celebra nossa história e o cuidado que HaShem teve com todo Benei Israel quando nos tirou do Egito e nos fez caminhar pelo deserto rumo a Erets Israel. 

Hoje com a plenitude da Aliança por meio de Yeshua, as famílias dos povos tem acesso à Aliança, ou seja ELAS TEM ACESSO ÀS TENDAS DO MASHIACH DE D-US, por meio da graça, MEDIANTE A FÉ QUE O ETERNO NOS DÁ. 

TENDAS SÃO LOCAL DE ABRIGO, APRISCO É LOCAL DE SEGURANÇA

João 10:1-4



A FESTA DE SUCOT OU TABERNÁCULOS E SHEMINI ATSERET SÃO AS ÚLTIMAS FESTAS DO CICLO DO ANO, COMPLETANDO SETE FESTAS. SUCOT É MUITO ENIGMÁTICA PORQUE ELA VAI SIGNIFICAR O TEMPO ESCATOLOGICO APÓS O TOQUE DA ÚLTIMA TROMBETA. NÓS RECONHECEMOS YESHUA NA PROFUNDIDADE DESTE TEXTO, O MASHIACH NO SIGNIFICADO CENTRAL DESTA FESTA, VAMOS AO TEXTO.

A Torah nos mostra a convocação para a celebração de Chag Sucot, a Festa dos Tabernáculos em sete dias festivos. O primeiro e oitavo dia são os Yomim Tovim de Sucot, ou seja, feriados como Sábados, dias especiais de consagração total, dias de celebrações ao Eterno e por conta disso, os Benei Israel devem se reservar nestas datas com total dedicação do dia para celebração ao Eterno, se voltando para a tefilá, Oração, estudos da Torah e celebrações e reunião na comunidade, festa de alegria e regozijo com cânticos e júbilos, comidas típicas judaicas, glorificando ao Eterno D’us neste dia que Ele estabeleceu para festa para Ele. 

No entanto os dias intermediários, denominados chol ameod, é permitido o trabalho, mas são dias especiais que não perdem suas características da festa, as cabanas estão montadas e as refeições e as orações são feitas dentro delas pois a Toráh nos ordena “celebrar a festa por sete dias". 

Assim Chag Sucot é uma festa de oferecimento ao Eterno e oportunidade de contribuir com ofertas para o Templo pois também era um período de colheitas. 

Yeshua se torna suficiente e único para a salvação e nada pode se agregar a Ele, como cumprimento de leis E GUARDA DE FESTAS para este fim, OU SEJA PARA A JUSTIFICAÇÃO. 

No entanto os que foram transformados pela graça em filhos de D’us, os que foram enxertados na Oliveira Verdadeira de Romanos 11, OS QUE ESTÃO DEBAIXO DAS TENDAS DE YAACOV, devem confirmar sua fé com kedush, santidade e boas ações prescritas nas Escrituras que representam a vontade Divina, indicando que houve verdadeiramente a teshuva, o arrependimento, perdão e obras ou mudança de vida. SÃO NAS AÇÕES

Desta forma o povo de D’us, discípulos de Yeshua que estão entre as nações nas verdadeiras congregações que o Eterno estabeleceu, poderão celebrar as festas bíblicas não com o fim de serem justificados, mas se unindo com todo o povo de D’us, com o povo de Israel celebrando uma Festa Bíblica estabelecida pelo próprio Eterno.

Para celebrar os seus feitos no passado os quais tem implicações diretas com o Messias Yeshua e sua Obra redentora!Portanto, ao celebrar as festas bíblicas com este entendimento, estaremos celebrando os feitos do Eterno na obra de Yeshua Hamashiach e compreendendo mais profundamente os ensinos e revelações ligados à redenção escatológica.

Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto. O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más. Subi vós a esta festa; eu não subo ainda a esta festa, porque ainda o meu tempo não está cumprido. E, havendo-lhes dito isto, ficou na Galiléia. Mas, quando seus irmãos já tinham subido à festa, então subiu ele também, não manifestamente, mas como em oculto. 

Ora, os judeus procuravam-no na festa, e diziam: Onde está ele? E havia grande murmuração entre a multidão a respeito dele. Diziam alguns: Ele é bom. E outros diziam: Não, antes engana o povo. Todavia ninguém falava dele abertamente, por medo dos judeus. Mas, no meio da festa subiu Jesus ao templo, e ensinava. E os judeus maravilhavam-se, dizendo: Como sabe este letras, não as tendo aprendido? 

Jesus lhes respondeu, e disse: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo. Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça. Não vos deu Moisés a lei? e nenhum de vós observa a lei. Por que procurais matar-me? A multidão respondeu, e disse: Tens demônio; quem procura matar-te? 

E no último dia, o grande dia da festa, Yeshua pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.  Justamente no sétimo dia de Sucot, no qual jogavam água no altar.

Alguns significados nesta festa:

- Construção de cabanas: Para que seja como memorial aos Filhos. 

- Cobertura da nuvem durante o dia e o fogo durante a noite – provisão/proteção.

- Tendas humildes – Total dependência e segurança – paradoxo.

- Sustento no deserto, morada provisória e frágil – passagem na terra. 

- Tendas também representam intimidade com o Senhor – Noivo e sua noiva – vivendo debaixo do teto.

O NOIVO COM SUA NOIVA EM UM MESMO JUGO – A NOIVA SE TRANSFORMA NO PADRÃO DO NOIVO - SANTIDADE.

E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos. E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva. Zacarias 14:16,17 Essa profecia se refere ao tempo do governo do Mashiach aqui.

- Sucot é o Tempo escatológico, depois da última trombeta em Yom Kipur, quando todas as nações forem julgadas, os Filhos de Israel, o povo de D’us, judeus e gentios, entrarão no descanso e celebrarão as Bodas do Cordeiro em um ciclo de sete tempos, o Milênio. Só se poderá entrar nas cabanas depois da expiação.

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